CASTRANDO quem morde nosso dinheiro

Experiências pessoais sempre nos dão um “puxão de orelhas” para acordarmos para algumas situações, tanto para a situação em si como para a amplitude do que nos cerca.

Após precisar de uma vacina, um posto de saúde me informou que está em falta em todo o Brasil e que, dado o racionamento,  apenas atenderia casos de alto risco. Na hora veio aquele “mix emotion” ao lembrar dos absurdos montantes desviados identificados na Lava Jato, e das reportagens jornalísticas mostrando a crise no setor hospitalar e saúde geral no Brasil. Estão mordendo nosso dinheiro! Vamos castrar para acalmar e para não procriarem.

O vídeo dá uma sugestão do que fazer…

PARTIDO NOVO?

O novo partido NOVO foi homologado pelo TSE em Setembro de 2015, tendo sido fundado por 181 cidadãos de 35 profissões diferente (nenhum político) em Fevereiro de 2011. Sendo novo e pequeno, sua base financeira vem primariamente da mensalidade dos filiados e da arrecadação em alguns eventos, recursos os quais estão sendo usados em sua estruturação.

Internamente usa dos princípio e técnicas de gestão de empresas as quais gostaríamos de ver também nos órgãos públicos. Apenas dois exemplos:

  • Todo o sistema de filiação é eletrônico (cadastro e pagamento)
  • Os interessados em candidatar-se para eleições passam por avaliações teóricas, apresentação em vídeo e entrevista pessoal, necessitando de requisitos mínimos para avançar em cada etapa até sua aceitação.

Como não temos propagandas em meios de comunicação de massa, o NOVO ainda não é conhecido pela população em geral e é comum a quem coloca a logomarca em seu perfil das redes sociais ser questionado sobre o significado.

Para atender aos meus amigos e seguidores produzi este vídeo com uma primeira introdução do que é o NOVO.

Educação + Política = Desenvolvimento

Destaco 3 “modelos” diferentes de sistemas básicos de educação:
– Coreia do Sul: ótimo ensino médio com viés capitalista
– França: ótimo ensino médio com viés socialista
– EUA: fraco ensino médio com viés capitalista
 
A diferença prática é que a Coreia possui o maior crescimento do PIB e maior inclusão da população com ganhos sociais adquiridos pela produtividade do próprio cidadão.
 
Na contra-mão a França, embora com bom ensino médio, possui o menor crescimento do PIB e atualmente com prejuízo de produtividade pelas greves na busca de manter seu sistema insustentável de benefícios do governo.
 
Já os EUA compensa seu ensino médio medíocre com política. Seu desenvolvimento de tecnologia em quase todos os segmentos mantém-se na vanguarda graça à importação de gênios. As universidades que possuem campus de pesquisas e empresas de ponta possuem equipes de “garimpagem de gênios” que, uma vez identificado, fazem contato com o pretendente e tendo seu aceite dão entrada no Departamento de imigração solicitando o visto H1B.
 
O Brasil? Ah Brasil… faz tudo errado. Tem um ensino médio medíocre, com viés socialista, não investe em centros de pesquisa de tecnologia e não retém os gênios no país. O resultado é a falta de perspectiva de tornar-se um gerador de valor agregado e manter-se como um fornecedor de commodities como soja e minério de ferro.
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O Exemplo

O exemplo de político que me espelho é argentino.

Através de seu bom senso e disposição em buscar resultados conseguiu dar início a conversações e acordos entre “rivais” ideológicos, não só na política internacional como também na religiosa. Estes feitos do ponto de vista de articulação política é de monta extremamente significativa, pois ambos os segmentos na totalidade das vezes fogem do senso da responsabilidade do respeito ao próximo, porque mais do que ideologia, são movidos pela irracionalidade da fé.

Como gestor responsável, reorganizou a administração do Vaticano e conseguiu eliminar alguns focos de corrupção.
Minha referência de político quanto a eficiência e eficácia é quem viria a se tornar o Papa Francisco.

#emiliocaldeira

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